A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) estabeleceu diretrizes rigorosas para confiabilidade de IA. Exploramos a arquitetura necessária para certificar co-pilotos agênticos de Níveis 1B e 2.
O padrão tradicional DO-178C exige cobertura de código-fonte determinístico. Modelos de aprendizado exigem Garantia de Aprendizado (Learning Assurance), provando integridade de dados e resiliência contra entradas fora de distribuição.
Limites de autoridade claros são fundamentais. Nossa implementação mantém o piloto humano como autoridade final, exigindo confirmação explícita para ações de controle irreversíveis enquanto automatiza o monitoramento tático.